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Clima e genética não mudaram o resultado em nenhum dos 13 países. Veja o que a imprensa publicou.

Outros: UOL, Capricho, CazéTV, Band, Shark Tank

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Até 95% menos bactérias nocivas

Testes em pessoas e em laboratório mostram roupa e pele mais limpas juntas

10 anos de pesquisa, da USP ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: 8 testes com o CTI Renato Archer, a Universidade Federal do ABC e a Universidade de Ghent.

  • 5testes
    clínicos
  • 3testes em
    laboratório
  • 3laboratórios
    públicos
  • 1patente
    internacional

Pele 9x mais limpa. Odor 43% melhor

Menos bactérias na pele significam menos odor e roupas menos contaminadas

DesodoranteGood.inc
antes do banhoPlaca do lado com sabonete e desodorante comuns, antes do banhoPlaca do lado com o sabonete e a loção do método, antes do banho
depois de secarPlaca do lado com sabonete e desodorante comuns, depois de secarPlaca do lado com o sabonete e a loção do método, depois de secar90 % menos colônias
1 h depoisPlaca do lado com sabonete e desodorante comuns, 1 h depois84 colôniasPlaca do lado com o sabonete e a loção do método, 1 h depois48 colônias

CTI Renato Archer, Dra. Talita Mazon (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação)

Ver o estudo

Uma axila de cada lado da mesma pessoa. De um lado, sabonete e desodorante comuns; do outro, o sabonete e a loção do Sistema Good.inc. As bactérias da pele foram coletadas em três momentos: antes do banho, depois de secar com a toalha e 1 hora depois de aplicar o desodorante ou a loção. Cada coleta foi espalhada numa placa de ágar e as colônias foram contadas.

Resultado

Depois de secar com a toalha, o lado do Sistema Good.inc tinha 90% menos colônias. Uma hora depois de aplicar, o lado do desodorante comum tinha 84 colônias e o lado da loção, 48 (43% menos).

Proteção natural cresceu em 1 dia

Com menos bactérias do odor na pele, menos bactérias contaminam a roupa

Placa de ágar sangue da axila com desodorante: colônias grandes e espalhadasDesodorante clinicalcolônias grandes, das bactérias do mau odor
Placa de ágar sangue da axila com o método: colônias pequenas e uniformesSistema Good.inccolônias pequenas, das bactérias que protegem a pele

Com o Sistema, as bactérias que protegem a pele crescem e evitam que bactérias do odor se desenvolvam

Dra. Fabiane Castro, Universidade Federal do ABC

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Comparação entre o desodorante clinical e o Sistema Good.inc, ao mesmo tempo e na mesma pessoa. Foram avaliados o cheiro da cultura, o número de colônias visíveis e o pH.

De manhã, as axilas foram lavadas com sabonete neutro de glicerina. Em seguida, a loção do Sistema Good.inc foi aplicada na axila esquerda e, na axila direita, só o desodorante clinical. No fim do dia foi feita a coleta: um cotonete estéril foi colocado num tubo com água destilada estéril e passado na axila. O material foi diluído nesse tubo, o pH foi medido e a amostra foi espalhada numa placa de ágar sangue. Depois de 2 a 3 dias, as placas foram fotografadas.

Na placa da axila com desodorante aparecem colônias grandes, das bactérias do mau odor. Na placa da axila com o Sistema Good.inc aparecem colônias pequenas, das bactérias que protegem a pele. Ou seja, o Sistema Good.inc substitui o microbioma (o conjunto de bactérias que vive na pele).

Odor 3 a 4 pontos melhor em 24h

Com menos bactérias na roupa, menor é a contaminação da pele e menor é o odor no corpo e nas roupas

Uma camiseta em 3D vista de frente: a axila direita de quem veste, tratada, com a névoa do spray; a axila esquerda, sem o Sistema, com esferas terracota, as bactérias
Tratada“óleos essenciais, cravo, madeira, fresco”
Não tratada“levemente azedo, um pouco mofado, usado”

Universidade de Ghent, Bélgica (método de Callewaert et al., 2013)

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Resumo, painel e estatística

Na mesma camiseta, só a axila direita recebeu o spray. Quatro pessoas treinadas cheiraram os dois lados sem saber qual era qual. O lado tratado teve cheiro mais agradável nas 3 camisetas (p < 0,03 em cada uma).

  • Escala hedônica de −8 (muito desagradável), passando por 0 (neutro), a +8 (muito agradável); intensidade de 0 a 10.
  • Painel de 4 avaliadores (2 homens, 2 mulheres), escolhidos entre 20 pessoas por teste do triângulo e por diluições de n-butanol e água residual, com no mínimo 85 % de acerto, repetidos 3 vezes.
  • Aplicação de 0,1 mL de spray por cm² de tecido na axila direita da peça, às 0 h (peça nova) e às 24 h; a axila esquerda ficou sem nada, como controle. Coletas de bactérias às 12 h e 36 h.
  • Avaliação às cegas depois de 24 h de uso. Teste U de Mann-Whitney: p = 0,028 (lã), 0,027 e 0,023 (algodão).
  • Carga bacteriana nas peças até 10⁷ UFC/cm²; efeito bacteriostático (as bactérias param de se multiplicar).
Os números completos
PeçaLadomínQ1medianaQ3máxp
1 · lãtratado2,02,753,03,254,00,028
controle−2,0−1,25−0,75−0,5−0,5
2 · algodãotratado2,02,02,53,03,00,027
controle−2,0−1,625−1,25−1,0−1,0
3 · algodãotratado2,02,02,02,253,0*0,023
controle−1,0−1,0−1,0−0,750*

Quartis (Q1, Q3), mediana, mínimo e máximo das 4 notas de cada lado, lidos do gráfico do estudo com precisão de ±0,05. * Ponto fora da caixa. A lã foi usada sobre outra camiseta; o algodão, direto na pele.

O gráfico do estudo
-3-2-10+1+2+3+4+5Valor hedônico (escala −8 a +8)p = 0,028n=4n=4Amostra 1lãp = 0,027n=4n=4Amostra 2algodãop = 0,023n=4n=4Amostra 3algodãoPeça avaliada (24 h de uso)
Lado tratado Lado controle (sem tratamento)Caixa: 1º ao 3º quartil; traço: mediana; ×: média; bigodes: mínimo e máximo; círculo: ponto fora. n = 4 avaliadores por lado. Chaves: teste U de Mann-Whitney, tratado contra controle da mesma peça. Valores lidos do gráfico original com precisão de ±0,05. Fonte: material para médicas, 2023, p. 6.
Desenho do estudo

Voluntários saudáveis foram recrutados para testar a presente invenção. Os voluntários foram instruídos a usar roupas durante dias normais de trabalho. As roupas foram tratadas em uma das regiões da axila com uma solução aquosa do produto, enquanto o outro lado não foi tratado e serviu de controle. As amostras foram coletadas e verificadas em 24 h e 48 h. (Os voluntários foram solicitados a fazer uma autoavaliação do odor das roupas usadas, nos dois lados.) As roupas usadas foram submetidas a uma avaliação hedônica objetiva por um painel de odor. Os dois lados foram avaliados pelo painel de odor.

As roupas foram inoculadas com culturas bacterianas, às quais depois foi adicionado o produto em diferentes concentrações, para a determinação da CIM (concentração inibitória mínima). As roupas tratadas foram fotografadas por MET (microscopia eletrônica de transmissão), no CTI Renato Archer. Por meio de diluições em série, foram determinadas as contagens em placa das amostras tratadas.

Avaliação do odor

O painel de odor foi treinado e selecionado, e as amostras foram avaliadas como descrito anteriormente (Callewaert et al., 2013). A medição do odor foi feita por avaliação direta do tecido usado. As camisetas foram apresentadas de forma anônima a um painel de quatro avaliadores humanos selecionados e triados (dois homens e duas mulheres).

Os avaliadores foram selecionados pela sensibilidade a diluições de n-butanol e de água residual, e pelo teste do triângulo (Amoore, Venstrom e Nutting, 1972). No teste do triângulo, cada membro do painel recebeu três frascos, dois deles iguais e o terceiro com um odor diferente. O frasco era agitado, a tampa era removida e os vapores eram avaliados. Os avaliadores precisavam identificar corretamente o frasco com o odor diferente. No teste de diluição, cada membro do painel recebeu seis frascos com concentração crescente de n-butanol e de água residual, começando por um frasco sem adição de n-butanol ou de água residual. Os avaliadores precisavam ordenar corretamente os frascos pela concentração.

Os testes do triângulo e de diluição foram repetidos três vezes, com pelo menos dois dias entre cada medição. Foram selecionados para o painel os avaliadores com no mínimo 85% de respostas corretas. Um painel representativo foi recrutado de um grupo de 20 pessoas. O treinamento dos avaliadores foi feito com odores de referência (amônia, queijo e amostra de axila) e com experiência. As referências foram avaliadas em grupo para alinhar o valor hedônico e a intensidade.

A sala em que os testes foram feitos estava livre de estímulos de odor externos, como os causados por cigarro, comida, sabonetes, perfume etc. Os avaliadores conheciam os procedimentos de olfatometria e cumpriam as seguintes condições: (i) mais de 16 anos e disposição para seguir as instruções; (ii) não fumar, comer, beber (exceto água), mascar chiclete ou chupar balas nos 30 minutos antes da medição olfatométrica; (iii) sem resfriado, alergias ou outras infecções; (iv) sem interferência de perfumes, desodorantes, loções corporais, cosméticos ou odor corporal próprio; (v) sem comunicação durante a avaliação do odor.

As amostras foram avaliadas pelas seguintes características de odor: valor hedônico e intensidade, além da descrição do odor. O valor hedônico indica o quanto o odor é agradável e vai de -8 (muito desagradável), passando por 0 (neutro), a +8 (muito agradável). A intensidade indica a quantidade de odor e vai de 0 (sem odor) a 10 (muito forte, intolerável). As características do odor foram anotadas quando estavam claramente presentes. Os participantes também fizeram uma autoavaliação do odor.

Avaliação da sobrevivência das bactérias

Uma cultura mista de bactérias da pele foi dissolvida em caldo nutritivo, e então foi determinada a contagem de UFC (unidades formadoras de colônia) da cultura bacteriana originalmente adicionada. A cultura bacteriana foi usada para inocular tecidos ou caldo nutritivo, com ou sem o produto. As amostras das roupas tratadas ou do caldo foram coletadas com cotonetes estéreis, previamente umedecidos em soro fisiológico estéril.

As amostras foram diluídas em série em soro fisiológico estéril, por 7 ordens de grandeza (7 log). 100 µL das amostras diluídas em série foram espalhados em placas de ágar nutritivo e incubados a 37 °C por 24 h. As colônias que cresceram foram contadas para determinar a contagem em placa depois de 24 h.

Experimento com o spray na roupa

Foram recrutados voluntários saudáveis, que aplicaram os ativos do produto na roupa em fórmula spray. Os voluntários aplicaram os ativos na região da axila da roupa, usada diretamente sobre a pele. Foi aplicada uma concentração de 0,1 mL por cm² de tecido. Uma das axilas (lado esquerdo) não foi tratada, enquanto a outra axila do tecido (lado direito) foi tratada com o produto.

O voluntário aplicou o spray diariamente. A primeira aplicação foi feita ao vestir uma camiseta nova, no tempo 0 h. A segunda aplicação foi feita no dia seguinte, às 24 h, ao vestir a mesma camiseta pelo segundo dia. A região da axila da roupa foi coletada às 12 h e às 36 h. Foi testado e verificado em placa de ágar que o spray com os ativos era estéril e não continha nenhum microrganismo.

Resultados

No geral, os participantes relataram menos odor na região da axila da roupa (autoavaliação). O painel de odor independente também encontrou valores hedônicos melhores quando o produto foi aplicado (gráfico acima). Os resultados foram obtidos depois de 24 h de uso pelos participantes. Uma região da axila do tecido foi tratada, enquanto o outro lado ficou sem o Sistema.

Os tecidos eram de lã (amostra 1) e de algodão (amostras 2 e 3). As camisetas de algodão foram usadas diretamente sobre a pele, enquanto a camiseta de lã foi usada sobre outra camiseta. O painel de odor indicou que o lado tratado tinha cheiro de "óleos essenciais, cravo, madeira, fresco", enquanto o lado sem Sistema tinha cheiro "levemente azedo, um pouco mofado e usado".

Foram obtidas diferenças significativas: o lado tratado teve cheiro significativamente mais agradável (p = 0,028, teste U de Mann-Whitney, amostra 1, camiseta de lã), (p = 0,027, amostra 2, camiseta de algodão) e (p = 0,023, amostra 3, camiseta de algodão). A carga bacteriana nas roupas não passou de 10⁷ UFC/cm². Foi observado um efeito bacteriostático (as bactérias pararam de se multiplicar) nos tecidos tratados.

Tops de ginástica 10x + protegidos

Ao evitar que as bactérias cresçam neles enquanto aguardam a lavagem, evita-se a recontaminação

Placa do top sem produto, com muitas colônias amarelas e brancasSem tratamentomuitas colônias
Placa do top com o Sistema Good.inc, com poucas colôniasCom Good.incpoucas colônias

Com o Sistema Good.inc, o top guardado de um dia para o outro tinha bem menos colônias

Dra. Fabiane Castro, Universidade Federal do ABC

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Resumo

Dois tops recém-lavados. Um sem nada; o outro com o Sistema Good.inc, seco ao sol antes de vestir. Cada um foi usado numa caminhada de 1 hora e guardado de um dia para o outro, como numa gaveta, cesto de roupa ou mochila. No dia seguinte, a região usada foi coletada e semeada numa placa.

  • Sem o produto: top recém-lavado, vestido numa caminhada de 1 hora, guardado de um dia para o outro numa gaveta, cesto de roupa ou mochila.
  • Com o produto: top recém-lavado, com o Sistema Good.inc aplicado e seco ao sol; vestido numa caminhada de 1 hora e guardado de um dia para o outro numa gaveta.
  • No dia seguinte, uma amostra de cada top foi coletada, semeada em placa de ágar e fotografada.
Resultado e limites

A placa do top sem produto ficou com muitas colônias; a do top tratado, com poucas. O teste usou um top em cada condição, uma pessoa e uma placa por top, sem contagem de colônias publicada: mostra a diferença, mas não mede quanto ela é.

1000x menos bactérias em toalhas

Toalhas sem bactérias garantem pele mais limpa, sem odor ou acne

Placa da toalha sem o Sistema no 5º dia, coberta de colôniasSem tratamento5º dia: placa coberta de colônias
vs
Placa da toalha com Good.inc no 5º dia, com colônias espalhadasCom Good.inc5º dia: pequenas colônias espalhadas

Dra. Fabiane Castro, Universidade Federal do ABC

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Resumo

Toalhas usadas por vários dias, sem nada e com Sistema Good.inc logo depois de cada uso.

O primeiro experimento com as toalhas foi feito sem nenhum produto. As coletas foram feitas antes do uso e depois de 2 e 5 dias de uso. No terceiro estudo, as toalhas receberam 2 borrifadas do spray logo depois do uso e foram deixadas no sol até secarem por completo. Foram feitas 2 coletas, nos dias 2 e 5. Cada coleta foi espalhada numa placa para as colônias crescerem.

Resultado

Sem produto, as colônias aumentam a cada dia e cobrem a placa no quinto dia. Com o spray, as placas dos dias 2 e 5 têm poucas colônias. O spray retarda o crescimento das bactérias na toalha de banho.

Redução de 70% das manchas

Ao parar de usar desodorantes, a pele para de ser lesionada e se recupera

Antes do Sistema: a axila com manchas escurasantes
A mesma axila depois de 3 meses, com a pele mais uniforme3 meses
Antes do Sistema: a axila com manchas escurasantes
A mesma axila depois de 3 meses, com a pele mais uniforme3 meses
Antes do Sistema: a axila com manchas escuras e pontos avermelhadosantes
A mesma axila depois de 3 meses, com a pele mais uniforme3 meses
Ver o estudo

500 pessoas com manchas escuras na pele das axilas seguiram o Sistema como ele é explicado nesta página, durante 3 meses:

  • lavagem pesada das roupas e toalhas, com o spray pré-lavagem antes de ir para o cesto;
  • o spray pós-lavagem nas roupas limpas, antes de vestir;
  • o sabonete no banho, deixando agir na axila;
  • a loção spray na axila depois do banho.

Por que as manchas aparecem. A pele da axila é fina e sensível. A depilação e a atividade física causam microlesões nela.

O desodorante também irrita essa pele, mas tem ingredientes que escondem a irritação. Como você não sente nada, ela continua dia após dia. Para se proteger, a pele libera mais pigmento, até a mancha ficar visível.

A pele irritada também tem mais odor que o normal, como qualquer ferida. Com menos desodorante, ela se regenera mais rápido e passa a ter menos odor por conta própria.

Até 95% menos bactérias nocivas

Ao não permitir que as bactérias cresçam e sobrevivam nos tecidos, evita-se o odor na roupa e no corpo causado pela contaminação cruzada

0 %25 %50 %75 %100 %Inibição contra o controle95 %S. aureusATCC 6538 · n = 362 %E. coliATCC 43893 · n = 3

Universidade de Ghent, Bélgica

Ver o estudo
Objetivo e bactérias

O teste seguiu o método AATCC 100, a norma para medir a ação antibacteriana de tecidos. Foram usadas duas bactérias de referência: Staphylococcus aureus (cepa ATCC 6538), comum na pele, e Escherichia coli (cepa ATCC 43893).

O spray foi aplicado no tecido em duas doses, 0,1 mL e 0,01 mL por cm², e comparado a um tecido sem produto. Depois do contato, as bactérias que sobreviveram foram contadas em colônias por mL (UFC/mL), e a taxa de inibição é a queda em relação ao controle. Cada condição foi feita em triplicata (três vezes).

Resultados

Médias: S. aureus, controle 9,67 × 10⁶; com 0,1 mL, 4,67 × 10⁵ (95 % de inibição); com 0,01 mL, 1,03 × 10⁶ (89 %). E. coli, controle 1,47 × 10⁷; com 0,1 mL, 3,0 × 10⁶ (62 %); com 0,01 mL, 5,5 × 10⁶ (79 %). Na E. coli, a dose menor inibiu mais. Fonte: patente WO 2021/207803, tabelas 1 e 2 (págs. 21 e 22).

Coletas na roupa, às 12 h e 36 h

No experimento com o spray, a peça nova recebeu o produto na axila direita às 0 h e de novo às 24 h, quando foi usada pelo segundo dia; a axila esquerda ficou sem nada, como controle. A região da axila da roupa foi coletada com cotonete estéril às 12 h e às 36 h, diluída em série por 7 ordens de grandeza e semeada em ágar nutritivo a 37 °C por 24 h, para contar as colônias. A carga bacteriana nas peças não passou de 10⁷ UFC/cm², com efeito bacteriostático: as bactérias pararam de se multiplicar no lado tratado. Foi verificado em placa que o spray em si era estéril.

Inibe e mata 99,95% das bactérias

Ter proteção contínua garante que as bactérias nocivas não consigam voltar para a pele ou para as roupas

10³10⁴10⁵10⁶10⁷10⁸10⁹UFC/mL (escala log)0 h: 1,2 × 10⁷CIM00,1110100200Concentração do produto (µg/mL)

Universidade de Ghent, Bélgica

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Objetivo

A determinação da concentração inibitória mínima (CIM) do produto, dissolvido em solução aquosa, foi verificada em solução aquosa. Isso foi verificado de duas formas: 1) medindo a densidade óptica (DO) no comprimento de onda de 610 nm e 2) medindo a contagem em placa de ágar nutritivo.

Bactérias usadas

Bactérias de roupa, obtidas de uma camiseta usada, contendo Staphylococcus, Corynebacterium, Micrococcus e Acinetobacter spp., foram coletadas com um cotonete e dissolvidas em soro estéril. As bactérias cresceram numa placa de ágar nutritivo, foram dissolvidas em caldo nutritivo e cultivadas até a fase estacionária (quando param de se multiplicar).

As medições de densidade óptica foram feitas no tempo 0 h. As contagens em placa, e portanto a viabilidade das bactérias, foram feitas no tempo 0 h. Diluições em série da solução, em concentrações de 0 a 200 µg/mL, foram dissolvidas em caldo nutritivo com uma concentração densa de bactérias de tecido. Os tubos de caldo nutritivo foram incubados a 37 °C por 24 h, sob agitação.

As medições de densidade óptica foram feitas às 24 h. As contagens em placa foram medidas às 24 h. Foi calculada a diferença de densidade óptica e de contagem em placa entre 0 h e 24 h. O crescimento ou a inibição foi determinado com base nas medições de densidade óptica.

Resultados

Contagens (UFC/mL), de 0 h para 24 h: sem produto, de 1,2 × 10⁷ para 2,7 × 10⁸; com 0,1 µg/mL, para 2,4 × 10⁸; com 1 µg/mL, para 1,9 × 10⁸; com 10 µg/mL, para 1,3 × 10⁶; com 100 µg/mL, para 6,0 × 10³; com 200 µg/mL, para 3,0 × 10³. A concentração inibitória mínima (CIM) foi 10 µg/mL. Em relação ao início, a dose baixa (10 µg/mL) eliminou 89 % das bactérias; a alta (100 µg/mL), 99,95 %, uma queda de 4 ordens de grandeza (log −4). No gráfico, cada ponto é a contagem às 24 h, e a linha o liga à contagem de partida. Fonte: patente WO 2021/207803, tabelas 3 e 4 (págs. 22 e 23).

Ver os pesquisadores

Renan Serrano

Fundador da Good.inc, mestrado tecnologia têxtil pela Universidade de São Paulo

Começou esta pesquisa em 2014 para resolver o odor do suor sem depender de desodorante. Formado em design de moda pela faculdade Santa Marcelina, identificou que algumas roupas causavam mais odor que outras, fez mestrado na Universidade de São Paulo, onde entrou em primeiro lugar.

Em 2020, o spray para roupas foi um dos 5 projetos escolhidos entre 45, de 30 países, no Pandemic Challenge da Singularity University. Palestrou no TEDx em 2018.

Fontes: LinkedIn, Projeto Draft, TEDx Blumenau

Dra. Talita Mazon

Pesquisadora do CTI Renato Archer, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Pesquisadora do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas, e integrante do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), financiado pela FAPESP. Trabalha com materiais funcionais, sensores e biossensores.

Em parceria com a Good.inc, coordenou o desenvolvimento de um teste rápido e portátil para a covid-19, que detecta fragmentos do vírus com nanoestruturas de óxido de zinco. Seus artigos somam mais de 770 citações no Google Acadêmico.

Fontes: LAbI UFSCar, CDMF, Google Acadêmico

Dra. Fabiane Castro

Doutora em microbiologia pela USP, Universidade Federal do ABC

Fabiane Lucy Ferreira Castro é médica veterinária (Universidade de Santo Amaro, 2000), mestre em ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP (2005) e doutora em ciências biológicas, na área de microbiologia, pela USP (2011).

Fez pós-doutorado em virologia na Universidade Federal do ABC (2016), onde é vinculada ao Centro de Ciências Naturais e Humanas. Pesquisa microbiologia, com ênfase em micologia (fungos) e virologia.

Fontes: Biblioteca Virtual da FAPESP

Ver a patente

Uso de óleos essenciais para reduzir ou prevenir o mau odor em tecidos e roupas

Pedido internacional de patente WO 2021/207803 A1 (PCT/BR2020/050125), depositado em 13 de abril de 2020 e publicado em 21 de outubro de 2021. Entrou em fase nacional no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e no México.

Ver o documento no Google Patents

Ver a literatura científica

Na ordem alfabética do primeiro autor, no formato autor-ano usado em artigos científicos. O link abre o artigo original quando há DOI (o endereço permanente do artigo).

  1. Adukwu, Emmanuel C, Melissa Bowles, Valerie Edwards-Jones, and Heather Bone (2016). Antimicrobial Activity, Cytotoxicity and Chemical Analysis of Lemongrass Essential Oil (Cymbopogon Flexuosus) and Pure Citral. Applied Microbiology and Biotechnology 100(22): 9619–27. doi.org/10.1007/s00253-016-7807-y
  2. Ammala, Anne (2013). Biodegradable Polymers as Encapsulation Materials for Cosmetics and Personal Care Markets. International journal of cosmetic science 35(2): 113–24.
  3. Amoore, J E, D Venstrom, and M D Nutting (1972). Sweaty Odor in Fatty Acids - Measurements of Similarity, Confusion and Fatigue. Journal of Food Science 37(1): 33–35.
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  6. Callewaert, C., E. De Maeseneire, T. Van de Wiele, and N. Boon (2013). Bacterial and Odor Profile of Polyester and Cotton Clothes after a Fitness Session. Communications in agricultural and applied biological sciences 78(1).
  7. Callewaert, Chris, Evelyn De Maeseneire, et al (2014). Microbial Odor Profile of Polyester and Cotton Clothes after a Fitness Session. Applied and Environmental Microbiology 80(21): 6611–19.
  8. Callewaert, Chris, Prawira Hutapea, Tom Van de Wiele, and Nico Boon (2014). Deodorants and Antiperspirants Affect the Axillary Bacterial Community. Archives of Dermatological Research 306(8): 701–10.
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Conheça a nossa história

60 mil pessoas tiraram o odor tratando a roupa

O odor não nasce na pele, mas no tecido

Não é falta de higiene: o odor volta por causa da roupa. Por isso, tudo o que você tentou até hoje não funcionou.

  1. 0
    O suor sai sem cheiro

    Na hora em que sai, o suor é quase só água e sal. Sozinho, não tem cheiro nenhum.

  2. 1
    Você foi contaminado

    Provou uma camiseta, ficou um tempo sem banho e/ou se relacionou com alguém que está contaminado. As bactérias do odor se proliferam na sua pele e dobram de população. Elas avançam para as camadas mais profundas e passam de centenas para bilhões em poucas horas.

  3. 2
    Transferência para tecidos

    Quando a pele entra em contato com tecidos (camiseta, toalha, lençol...), parte dessas bactérias é transferida para eles. As bactérias se instalam nas fibras e crescem num ritmo mais acelerado que o da pele, agora criando camadas de colônias ao redor das fibras, praticamente impossíveis de serem removidas sem destruir o tecido.

  4. 3
    A lavagem comum não as remove

    A máquina de lavar roupas foi feita para tirar sujeira da trama do tecido, não para eliminar as camadas de bactérias que se proliferaram. A peça sai limpa e cheirosa, mas as bactérias continuam a se expandir pelo tecido e começam a produzir odor quando encontram o suor. Por isso, não espere a roupa cheirar para tratar: quando o cheiro aparece, a colônia já está formada e demora muito tempo para ser removida.

  5. 4
    E o ciclo recomeça

    Com uma camiseta 'limpa', nova ou até sem camiseta, o cheiro reaparece na roupa e no corpo, sem que nada de errado tenha sido feito.

Bactérias dobram a cada hora na camiseta usada

Vestir a mesma camiseta de novo devolve as bactérias para a pele

Quando a camiseta começa a cheirar, já há bilhões de bactérias no tecido, e parte delas já passou para a pele. A regra, em três passos, está logo abaixo.

Usar a camiseta mais de uma vez antes de lavar

O que você pensa

“Não cheira, então está limpa; vou usar de novo.”

Na realidade

A população de bactérias dobra a cada hora: em poucas horas, bilhões de bactérias já estão no tecido. Quando você veste a camiseta novamente, boa parte dessa população passa para você e penetra nos poros da sua pele. O cheiro é um aviso tardio: quando a camiseta começa a cheirar, as bactérias já estão em bilhões no tecido e demoram muito tempo para ser removidas; parte delas já passou para a sua pele.

A regra
  • Use cada camiseta uma vez só e lave.
  • Troque também logo depois de suar, como depois de um treino, de um dia de calor ou de um momento de estresse.
  • Se você não estiver no nível 0, use os sprays nas roupas para evitar a recontaminação.
Do nível 4 ao 0 em cerca de 12 meses

Quanto mais limpas a roupa e a pele, menos produto você precisa

No nível 4, dois sprays tratam a roupa e o sabonete e a loção tratam o corpo. A partir do nível 3, a lavagem reforçada deixa de ser necessária.

  1. 4
    Roupa e corpo estão profundamente contaminados

    O cheiro volta rápido logo após o banho, pois as bactérias estão nas suas roupas e no seu corpo; toda vez que um encontra o outro, eles se recontaminam. O Sistema age em ambos ao mesmo tempo: na roupa, um spray antes de lavar e outro depois; no corpo, um sabonete no banho e uma loção spray para reforçar. A lavagem de roupa precisa ser reforçada para remover a bactéria:

    Lavar roupas e toalhas de banho todos os dias. Deixar camisetas, tops e sutiãs de molho no alvejante, água quente, esfregar à mão e colocar na máquina pra lavar no ciclo mais pesado. Assistir à lavagem pesada.

  2. 3
    A lavagem reforçada das roupas já não é mais necessária

    O excesso de camadas de bactérias (biofilme) nas roupas foi reduzido, sua pele está sendo descontaminada gradativamente e o odor passa a voltar algumas horas após o banho.

  3. 2
    Equilíbrio entre roupa e corpo

    Com a redução gradativa das bactérias na roupa e no corpo, o odor passa a voltar apenas ao final do dia, no fim da sua jornada.

  4. 1
    Fortalecimento da microbiota

    As roupas sempre protegidas não permitem mais que bactérias cresçam nelas e voltem pra sua pele que está sendo reconstruída gradativamente; agora o odor aparece apenas alguns dias da semana.

  5. 0
    Liberdade: você usa produto se quiser

    Não existe mais nada obrigatório. Você pode ficar dias fora de casa, sem nenhum produto na pele ou na roupa, sem se preocupar.

3 soluções comuns, nenhuma trata roupa e pele

Desodorante e lavagem tratam um lado só, e a bactéria volta pelo outro

O desodorante convencional e o natural agem só na pele. A lavagem com desinfetante não tira a colônia instalada na fibra.

Não vemos os desodorantes como concorrentes. Vemos rotinas antiquadas que sobrevivem por falta de acesso à informação. Seguir passando desodorante só esconde o problema. É como ter dor de dente por causa de uma cárie e tomar analgésico pro resto da vida em vez de tratá-la.

  • O desodorante convencional
    Acha que o problema está na pele

    Mascara com perfume e bloqueia a transpiração. Age na pele, que não é onde a colônia está. E quanto mais se usa antitranspirante, mais parece necessário usar.

  • O desodorante natural
    Acha que o problema está na pele

    Mais gentil com a pele, mesma lógica incompleta. Ele também age só no corpo. Se você já tentou natural e não segurou, o motivo não foi o produto ser fraco: você estava tentando resolver o problema só na axila, sem saber que ele também está nas roupas.

  • Lavar roupas com mais desinfetante
    Nem o ciclo pesado remove as bactérias

    A lavagem foi desenhada para remover sujeira. Colônia instalada na fibra é outro problema, e ela sobrevive aos ciclos de lavagem.

O seu Sistema

Descubra o seu nível

Toque na pirâmide, no momento em que o cheiro aparece para você, e o seu Sistema abre aqui. Se preferir, escolha o nível direto:

Proteção desde o 1º dia

O Sistema age na roupa e na pele, por isso protege desde o início

Existe desodorante que segura o odor e não é prejudicial à saúde?
Sim. O Sistema Good.inc segura o odor tratando a causa: as bactérias que crescem na roupa e voltam para a pele. Não tem alumínio, não fecha os poros e é vegano e cruelty free. Em teste da Universidade de Ghent, camisetas tratadas tiveram cheiro mais agradável depois de 24 h de uso, com diferença estatística em todas (p < 0,03). Em laboratório, o produto eliminou 99,95% das bactérias tiradas de uma camiseta usada em 24 h (patente WO 2021/207803). Os quatro produtos são notificados na Anvisa.
Qual desodorante é indicado para adolescente sem fazer mal à saúde?
Para adolescentes, o mais seguro é um desodorante sem alumínio, que não feche os poros e com os ingredientes listados no rótulo. O Sistema Good.inc é indicado para todas as idades e não tem alumínio. A fórmula usa óleos essenciais (cravo, lavanda, melaleuca, canela, capim-santo, tomilho), então quem tem alergia a eles deve consultar um médico antes. Também é vegano, cruelty free e notificado na Anvisa. A lista completa de ingredientes de cada produto está na Ficha técnica.
Pode não funcionar comigo?
Não funciona quando você faz o processo como se estivesse no nível 1 ou 2, mas na verdade está no nível 3 ou 4. Comece sempre pelo nível de número maior: ele trata mais a roupa, e um Sistema menor do que o necessário não é suficiente. Em casos graves, é preciso lavar roupas e toalhas de banho todos os dias, deixar camisetas, tops e sutiãs de molho em água quente com alvejante (ou produto equivalente para roupas coloridas), esfregar à mão e lavar na máquina no ciclo mais pesado, até perceber que o cheiro não volta mais como antes.
Se depois vou usar menos, por que começar com o kit completo?
Nos níveis 3 e 4, a roupa ainda devolve a bactéria para a pele toda vez que você se veste e vice-versa. Se você tratasse só a roupa, a pele continuaria contaminada até as peças ficarem prontas. O kit é uma compra única, sem mensalidade, e a próxima compra, quando você subir de nível, é menor.
Como eu sei que subi de nível?
Pelo momento em que o cheiro aparece, o mesmo que você usou na pirâmide. Se antes ele voltava minutos depois do banho e agora só aparece depois de algumas horas, você passou do nível 4 para o 3. É só voltar à pirâmide e ver o Sistema do novo nível.
Se não bloqueia o suor, a roupa fica molhada?
Você continua transpirando normalmente, como o corpo precisa. Os produtos agem na bactéria que produz o cheiro, e não no suor. Sozinho, o suor não tem cheiro: o que cheira é a bactéria decompondo o suor. Assistir: por que o suor não tem cheiro.
Gosto do meu desodorante. Isso é para mim?
Você precisa entender o que você não gosta no seu desodorante; por exemplo, se não gosta da rotina de dependência, a pirâmide do odor pode ser uma solução para você. Agora, se você gosta do antitranspirante apesar dos males que mostramos neste vídeo, a pirâmide do odor não é para você.
Há contraindicações?
Os produtos são indicados para todos os gêneros e idades, inclusive gestantes e lactantes. A fórmula contém óleos essenciais. Se você souber que tem alergia a algum deles, consulte um médico antes de usar. Evite usar logo após a depilação, depois de atividade física intensa que tenha causado atrito do suor na pele, ou quando a pele estiver sensível ou irritada.
Dá para usar na virilha e nos pés?
O Sistema foi desenvolvido para as roupas e para a axila. Alguns clientes nos contaram que testaram na virilha e nos pés e tiveram bons resultados. Se quiser testar, comece por uma área pequena e observe a pele.

Atualizado em 25/10/2026